quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Virus no presente!


PROBLEMAS DO PRESENTE:


Atualmente vivemos em uma era, onde tudo tem relação com a internet, ou seja, deixando os mais leigos vulneráveis a qualquer ataque de vírus, pois temos que tomar o Maximo de cuidado quando clicamos em um link, entramos em algum site, baixamos arquivos como musicas e e-mails. Assim como temos uma grande demanda de vírus também temos uma grande variedade de produtos com esse intuito no mercado, a diferença entre eles está nos métodos de detecção, no preço e nas funcionalidades.

Devido a uma série de motivos, a família de sistema operacional Windows é a mais visada pelos projetistas de vírus. Alguns dos motivos mais citados estão listados abaixo:
• Amplamente utilizado

• Alto índice de usuários leigos

• Forma como foi projetada inicialmente: sem sistema de permissões e monousuário (argumento questionável e por muitos considerados falso)

• Relativa demora na entrega de correções (argumento questionável e por muitos considerados falso)

• Dependente de software de terceiros para eficaz segurança


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

ANTIVÍRUS

O QUE SÃO ANTIVÍRUS:


Os antivírus são programas quem visam detectar e remover com segurança, programas mal intencionados instalados em um sistema operacional.

ASSINATURA:

Assinatura seria uma identidade da praga digital que o identifica quês está presente em um arquivo. Assinatura é uma parte pequena do trecho de código de um vírus, por isso um antivírus não precisa analisar todo o código de um vírus e sim somente a parte que contem a sua assinatura.

QUARENTENA:

Este é um lugar reservado para armazenar os arquivos contaminados por código maliciosos, ou seja, quando o antivírus identifica um arquivo que supostamente possa estar com vírus antes de qualquer procedimento ele o envia para a quarentena, assim esse arquivo não irá representar perigo ao sistema operacional, uma vez que o arquivo infectado está na quarentena o mesmo é criptografado ou seu alterado de alguma forma para que outros antivírus não o identifiquem como um vírus, pois isso iria gerar um conflito, por isso não é recomendado utilizar mais de um antivírus em um mesmo sistema operacional. O usuário poderá restaurá-lo, caso o antivírus tenha uma vacina para a praga ou apagá-lo se não for trazer nenhum dano ao sistema operacional.


ATUALIZAÇÕES:

Qualquer antivírus tem a obrigação de dar suporte de atualizações, pois são criados 3 mil vírus por dia no mundo segundo o diretor executivo da empresa de segurança digital Panda Security, sendo assim nossos antivírus tem que acompanhar esse crescimento através de atualizações diárias.

COMO FUNCIONAM OS ANTIVÍRUS:

Para entendermos melhor o funcionamento de um antivírus, segue os procedimentos básicos do seu algoritmo:

Falso positivo. Quando um antivírus examina um arquivo, ele responde uma pergunta implícita – “esse arquivo é um vírus?” A resposta pode ser positiva (“sim, é”) ou negativa (“não, não é”). Quando um antivírus dá uma resposta positiva incorretamente, diz-se que ocorreu um “falso positivo”. Quando o antivírus deixa escapar um vírus, o termo é “falso negativo”.
O correto a se fazer com um vírus que o antivírus não detecta é enviar o arquivo para a empresa de antivírus. Se você sabe que o arquivo é um vírus e o antivírus não o está detectando, enviá-lo para análise é a atitude mais correta a se tomar. Muitos programas possuem opções em seus menus para realizar esse procedimento. Em outros casos, os sites das empresas disponibilizam um e-mail.

Heurística é um conjunto de técnicas para identificar vírus desconhecidos. Muitos programas inclusive possuem nomes de vírus específicos para o que é detectado pela heurística. Um usuário que conhece bem o seu antivírus pode saber quando a heurística está agindo para enviar os arquivos suspeitos à companhia antivírus. O Norton AntiVirus, por exemplo, chama de “Bloodhound” o que é detectado com essa tecnologia; o NOD32, “NewHeur”. Uma detecção heurística, por ser genérica, também tem mais chance de ser um falso positivo.

Não é um uso válido da quarentena isolar arquivos importantes contra infecção. A quarentena apenas serve para isolar as pragas digitais e não tem a finalidade de proteger arquivos legítimos contra infecção.

HIPS (Host Intrusion Prevention System) é a tecnologia que analisa o comportamento dos programas em execução. É às vezes também chamada de “behavior blocking”. Usando essa tecnologia, os antivírus verificam se um programa realiza atividades suspeitas, como por exemplo, envio de e-mails em massa, download de muitos arquivos, entre outros comportamentos que indicam a possibilidade de ser uma praga digital. É diferente da heurística porque só funciona com programas em execução, enquanto a heurística analise o próprio arquivo.

Atualmente, não se considera tarefa do antivírus a detecção de nada. O antivírus tem o dever de detectar qualquer programa malicioso ou mesmo apenas indesejado. Até alguns anos atrás, os usuários precisavam instalar softwares separados para cada função. Ao antivírus era reservada a função de detectar apenas pragas digitais; antispywares e antitrojans se encarregavam de remover ou detectar softwares suspeitos ou de comportamento duvidoso. Hoje, tudo isso foi integrado ao antivírus. Aplicativos anti-spywares dedicados estão sumindo por não serem mais necessários. O antivírus remove algumas pragas, mas não resolve o problema. Você instala outro programa, ou usa um antivírus on-line. Ele detecta mais pragas e o problema é resolvido. Nenhum antivírus detecta cem por cento das pragas. No momento que um computador está infectado, é evidente que o antivírus falhou. No entanto, quantas outras pragas digitais foram detectadas, barradas ou eliminadas pelo antivírus que estava no computador até então? É muito comum esse cenário: o computador é infectado, o usuário instala outro programa, ele remove as pragas e conclui-se que o segundo software era melhor que o primeiro. É uma conclusão equivocada, no entanto, e é importante evitá-la. O nome “W32.Beagle@mm” indica que a praga se espalha principalmente por e-mail (“@mm”). A coluna "Segurança para o PC" já explicou como ler o nome de pragas digitais. “@mm” é um sufixo que significa “mass-mailer”, ou seja, um vírus que envia e-mail de forma massiva. É verdade que esse vírus se espalha pela rede, já que o e-mail é um serviço da rede, mas o “W32” é de “Win32” e nada tem a ver com o termo “worm”.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Instalando o MONO 2.0 e o Monodevelop 2.0 no Ubuntu 9.04

Bom vou dar uma explicação bem básica de como instalar o Framework MONO 2.0 no Ubuntu 9.04.
Entre no console e digite a linha abaixo:

# apt-get install mono-gmcs mono-apache-server2 asp.net2-examples mono-xsp2

# apt-get install libapache2-mod-mono apache2-mpm-prefork

Agora vou explicar o que cada parte desta linha faz “Para quem não sabe”.

O comando apt-get faz parte do gerenciador de pacotes do ubuntu e quando eu utilizo o install significa que quando eu baixar o pacote é para instala-lo.

Os pacotes a serem baixados e instalados são:


mono-gmcs

mono-apache-server2

asp.net2-exemples

mono-xsp2

libapache2-mod-mono

apache2-mpm-preforrk


Lembrando a todos que o este método de instalação é para quem não tem o apache instalado ainda, pois com a instalação desses pacotes o apache já vai ser instalado e configurado em seu modo padrão para a utilização do MONO.

Após instalarmos o MONO 2.0 vamos instalar a IDE de desenvolvimento.
A IDE quem vamos instalar é a MonoDevelop 2.0, para isso é muito simples digite a seguinte linha abaxo:

# apt-get install monodevelop

Feito isso a IDE já será instalada, para acessa-la cliquem em Aplicativos>> Programação>>MonoDevelop.

Agora é só criar um projeto novo. E efetuar os testes.